
Os meus lábios estão como fosse de silêncio
Como porto abandonado em dia de chuva
Como o olhar perdido no centro do mar.
A minha face está pálida mesmo nesse sol de Dezembro
Que feri as folhas da laranjeira no meu quintal
E racha a terra do meu Nordeste.
Dedilho no meio da saudade da infância
Da juventude que se foi com a foice e o martelo.
Só o poema de Neruda posto na parede do quarto
Me faz feliz.
É vem a noite
E me deito na esperança ,
Sonhos vem sonhos vai
Ai eu durmo com vinte poemas de amor
Na memória
Sonhando você nos meus braços.
Que linda poesia!!! Também curto escrevê-las.
ResponderExcluirEstou me aventurando na literatura após anos retendo essa vontade em mim. Espero que realmente fique bom. Obrigada pelo incentivo - Os parabéns.
Saiba que o seu trabalho é ótimo. Passarei a seguir você.rsrsrs
Um grande abraço.
Alexandra Leal