
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
POEMA ANDANTE
Tu andas pela ruas
como quem faz poemas no andar
e os automóveis chocam-se uns nos outros
e dá torcicolos nos pescoços dos transeuntes. Nesse momento
até as motocicletas viram sucatas
e em coma vão os pilotos aos hospitais.
Andas tu
Cheia de primavera
Que até os colibris te cercas
E as borboletas beija a tua boca.
Oh!como és formosa
Contida de uma coletânea de versos
Em um só livro de poema
Que é você!
(Ubiratã dos Santos)
como quem faz poemas no andar
e os automóveis chocam-se uns nos outros
e dá torcicolos nos pescoços dos transeuntes. Nesse momento
até as motocicletas viram sucatas
e em coma vão os pilotos aos hospitais.
Andas tu
Cheia de primavera
Que até os colibris te cercas
E as borboletas beija a tua boca.
Oh!como és formosa
Contida de uma coletânea de versos
Em um só livro de poema
Que é você!
(Ubiratã dos Santos)
quarta-feira, 8 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
MANHÃ CRESPUSCULÁRIA
No
crepúsculo
Busco ancorar
As minhas mãos
Nos fios dos teus cabelos...
É assim
que chega
Poesias da aurora.
(Ubiratã dos Santos)
crepúsculo
Busco ancorar
As minhas mãos
Nos fios dos teus cabelos...
É assim
que chega
Poesias da aurora.
(Ubiratã dos Santos)
ESTOU SÓ
O meu amor
lançou-me na ilha
tal qual um barco abandonado
que procura o porto na manhã de estio
para que a noite
o efeito da solidão
não venha naufraga-me
nos açoites de uma saudade profunda.
( UBIRATÃ DOS SANTOS)
lançou-me na ilha
tal qual um barco abandonado
que procura o porto na manhã de estio
para que a noite
o efeito da solidão
não venha naufraga-me
nos açoites de uma saudade profunda.
( UBIRATÃ DOS SANTOS)
domingo, 5 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Sol de Primavera
Flávio Venturini
Composição: Beto Guedes e Ronaldo Bastos
Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão
Onde a gente plantou
Juntos outra vez...
Já sonhamos juntos
Semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz
No que falta sonhar...Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha nos trazer...Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender
Aprender...Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha trazer...Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de corSó nos resta aprenderAprender...
Flávio Venturini
Composição: Beto Guedes e Ronaldo Bastos
Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão
Onde a gente plantou
Juntos outra vez...
Já sonhamos juntos
Semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz
No que falta sonhar...Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha nos trazer...Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender
Aprender...Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha trazer...Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de corSó nos resta aprenderAprender...
As Rosas Não Falam
CARTOLA
Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão
Enfim
Volto ao jardim
Com a certeza de que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim
Queixo-me às rosas, mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti
Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
Por fim...
CARTOLA
Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão
Enfim
Volto ao jardim
Com a certeza de que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim
Queixo-me às rosas, mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti
Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
Por fim...
Um Dia, Um Adeus
Guilherme Arantes
Só você pra dar
À minha vida direção
O tom, a cor
Me fez voltar a ver a luz
Estrela no deserto a me guiar
Farol no mar, da incerteza...
Um dia um adeus
E eu indo embora
Quanta loucura
Por tão pouca aventura...
Agora entendo
Que andei perdido
O que é que eu faço
Pra você me perdoar...
Ah! Que bom seria
Se eu pudesse te abraçar
Beijar, sentir
Como a primeira vez
Te dar o carinho
Que você merece ter
E eu sei te amar
Como ninguém mais...
Ninguém mais
Como ninguém
Jamais te amou
Ninguém jamais te amou
Te amou...
Ninguém mais
Como ninguém
Jamais te amou
Ninguém jamais te amou
Como eu, como eu...
Guilherme Arantes
Só você pra dar
À minha vida direção
O tom, a cor
Me fez voltar a ver a luz
Estrela no deserto a me guiar
Farol no mar, da incerteza...
Um dia um adeus
E eu indo embora
Quanta loucura
Por tão pouca aventura...
Agora entendo
Que andei perdido
O que é que eu faço
Pra você me perdoar...
Ah! Que bom seria
Se eu pudesse te abraçar
Beijar, sentir
Como a primeira vez
Te dar o carinho
Que você merece ter
E eu sei te amar
Como ninguém mais...
Ninguém mais
Como ninguém
Jamais te amou
Ninguém jamais te amou
Te amou...
Ninguém mais
Como ninguém
Jamais te amou
Ninguém jamais te amou
Como eu, como eu...
As Flores Do Jardim Da Nossa Casa
As flores do jardim da nossa casa
Morreram todas de saudade de você
E as rosas que cobriam nossa estrada
Perderam a vontade de viver
Eu já não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu pra mim
Não, não, não, não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu pra mim
As coisas que eram nossas se acabaram
Tristeza e solidão é o que restou
As luzes das estrelas se apagaram
E o inverno da saudade começou
As nuvens brancas escureceram
E o nosso céu azul se transformou
O vento carregou todas as flores
E em nós a tempestade desabou
Eu já não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu pra mim
Não, não, não, não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu pra mim
Mas não faz mal
Depois que a chuva cair
Outro jardim um dia
Há de reflorir
Eu já não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu pra mim
Não, não, não, não, não posso mais
Não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu pra mim.
(Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
Morreram todas de saudade de você
E as rosas que cobriam nossa estrada
Perderam a vontade de viver
Eu já não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu pra mim
Não, não, não, não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu pra mim
As coisas que eram nossas se acabaram
Tristeza e solidão é o que restou
As luzes das estrelas se apagaram
E o inverno da saudade começou
As nuvens brancas escureceram
E o nosso céu azul se transformou
O vento carregou todas as flores
E em nós a tempestade desabou
Eu já não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu pra mim
Não, não, não, não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu pra mim
Mas não faz mal
Depois que a chuva cair
Outro jardim um dia
Há de reflorir
Eu já não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu pra mim
Não, não, não, não, não posso mais
Não posso mais
Olhar nosso jardim
Lá não existem flores
Tudo morreu pra mim.
(Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
Aceito Seu Coração
Eu não pensava que você
Viesse pra ficar
Felicidade traz pra mim
O que passou
Não quero mais lembrar
Só quero ter você aqui
Em cada dia quero ver
De novo renascer
O amor que nunca mais senti
Aceito seu coração
Para ficar junto ao meu
Mais uma vez
Você pode não acreditar
Eu fiquei só
Sem ter ninguém
Todo amor que eu guardei em mim
Sempre será só seu, meu bem.
ROBERTO CARLOS
Viesse pra ficar
Felicidade traz pra mim
O que passou
Não quero mais lembrar
Só quero ter você aqui
Em cada dia quero ver
De novo renascer
O amor que nunca mais senti
Aceito seu coração
Para ficar junto ao meu
Mais uma vez
Você pode não acreditar
Eu fiquei só
Sem ter ninguém
Todo amor que eu guardei em mim
Sempre será só seu, meu bem.
ROBERTO CARLOS
A MENINA E O POETA
Virgem, menina morena,
Nos cabelos uma trança
No rosto um jeito criança
Na voz um canto mulher
Virgem, menina morena,
Nos olhos toda a primavera
No corpo uma longa espera
Coração banhado em fé
A tarde corre pra noite
A lua desperta sorrindo
A menina na janela
Botão em flor se abrindo
Nasceu o primeiro desejo
Conhecer o primeiro amor
Na história de um poeta
A menina acreditou
Na história de um poeta
A menina acreditou
Mas o poeta foi um dia
E até hoje não voltou
Ninguém sabe o caminho
Que o poeta levou
O vento que foi com ele
Um dia por lá voltou
Mas só que voltou sozinho
E a menina chorou
Na história do poeta
A menina acreditou
E dos olhos da menina
Uma lágrima rolou
E dos olhos da menina
Uma lágrima rolou.
ROBERTO CARLOS
Virgem, menina morena,
Nos cabelos uma trança
No rosto um jeito criança
Na voz um canto mulher
Virgem, menina morena,
Nos olhos toda a primavera
No corpo uma longa espera
Coração banhado em fé
A tarde corre pra noite
A lua desperta sorrindo
A menina na janela
Botão em flor se abrindo
Nasceu o primeiro desejo
Conhecer o primeiro amor
Na história de um poeta
A menina acreditou
Na história de um poeta
A menina acreditou
Mas o poeta foi um dia
E até hoje não voltou
Ninguém sabe o caminho
Que o poeta levou
O vento que foi com ele
Um dia por lá voltou
Mas só que voltou sozinho
E a menina chorou
Na história do poeta
A menina acreditou
E dos olhos da menina
Uma lágrima rolou
E dos olhos da menina
Uma lágrima rolou.
ROBERTO CARLOS
Todos os dias,toda manhã
Sorriso aberto e roupa nova
Passarim preto de terno branco
Pinduca vai esperar o trem
Todos os dias,toda manhã
Ele sozinho na plataforma
Ouve o apito,sente a fumaça
E vê chegar o amigo trem
Que acontece que nunca parou
Nessa cidade de fim de mundo
E quem viaja pra capital
Não tem olhar para o braço que acenou
O abandono fica maior
E lá na curva desaparece a sua fé
Homem que é homem não perde a esperença não
Ele vai parar
Quem é teimoso não sonha outro sonho não
Qualquer dia ele para
Assim Pinduca toda manhã
Sorriso aberto e roupa nova
Passarim preto de terno branco
Vai renovar a sua fé.
ROUPA NOVA
Sorriso aberto e roupa nova
Passarim preto de terno branco
Pinduca vai esperar o trem
Todos os dias,toda manhã
Ele sozinho na plataforma
Ouve o apito,sente a fumaça
E vê chegar o amigo trem
Que acontece que nunca parou
Nessa cidade de fim de mundo
E quem viaja pra capital
Não tem olhar para o braço que acenou
O abandono fica maior
E lá na curva desaparece a sua fé
Homem que é homem não perde a esperença não
Ele vai parar
Quem é teimoso não sonha outro sonho não
Qualquer dia ele para
Assim Pinduca toda manhã
Sorriso aberto e roupa nova
Passarim preto de terno branco
Vai renovar a sua fé.
ROUPA NOVA
quarta-feira, 1 de abril de 2009
ULTIMO RÔMANTICO
Faltava abandonar a velha escola
Tomar o mundo feito coca-cola
Fazer da minha vida sempre o meu passeio público
E ao mesmo tempo fazer dela o meu caminho só, único
Talvez eu seja o último romântico
Dos litorais desse Oceano Atlântico
Só falta reunir a zona norte à zona sul
Iluminar a vida já que a morte cai do azul
Só falta te querer
Te ganhar e te perder
Falta eu acordar
Ser gente grande pra poder chorar
Me dá um beijo, então
Aperta minha mão
Tolice é viver a vida assim sem aventura
Deixa ser
Pelo coração
Se é loucura então melhor não ter razão
Só falta te querer
Te ganhar e te perder
Falta eu acordar
Ser gente grande pra poder chorar.
Lulu Santos
Tomar o mundo feito coca-cola
Fazer da minha vida sempre o meu passeio público
E ao mesmo tempo fazer dela o meu caminho só, único
Talvez eu seja o último romântico
Dos litorais desse Oceano Atlântico
Só falta reunir a zona norte à zona sul
Iluminar a vida já que a morte cai do azul
Só falta te querer
Te ganhar e te perder
Falta eu acordar
Ser gente grande pra poder chorar
Me dá um beijo, então
Aperta minha mão
Tolice é viver a vida assim sem aventura
Deixa ser
Pelo coração
Se é loucura então melhor não ter razão
Só falta te querer
Te ganhar e te perder
Falta eu acordar
Ser gente grande pra poder chorar.
Lulu Santos
Hoje eu quero a rosa mais linda que houver
Quero a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem
Hoje eu quero a paz de criança dormindo
E o abandono de flores se abrindo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero a ternura de mãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah! eu quero o amor o amor mais profundo
Eu quero toda beleza do mundo
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah! como este bem demorou a chegar
Eu já nem sei se terei no olhar
Toda ternura que eu quero lhe dar.
Milton Nascimento
Quero a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem
Hoje eu quero a paz de criança dormindo
E o abandono de flores se abrindo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero a ternura de mãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah! eu quero o amor o amor mais profundo
Eu quero toda beleza do mundo
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah! como este bem demorou a chegar
Eu já nem sei se terei no olhar
Toda ternura que eu quero lhe dar.
Milton Nascimento
Assinar:
Postagens (Atom)











































